terça-feira, 30 de junho de 2009

INVENTÁRIO DE IDIOMAS FALADOS NO BRASIL

Inventário terá todos os idiomas falados no Brasil.
Com levantamento inédito de diversidade lingüística, Iphan pretende preservar patrimônio imaterial.

Dia do Índio

O dia do índio - 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto-lei nº 5.540 de 1943.

NEWS

Dani Suzuki

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Criatividade - Cara pálida















>>>>>>> Em dezembro de 1998, quando chegou a máquina nova de lavar, eu falei:
Pode deixar comigo que eu furo a parede e instalo a máquina.
Minha esposa duvidou:
(du-vi-de-ó-dó)...
Sem usar talhadeira, martelo, e nem furadeira elétrica?
E eu falei:
Não tenho as ferramentas, mas tenho a meu favor a criatividade!
E furei a parede, sem fazer força nenhuma, e sem fazer sujeira ou barulho.

Materiais necessários:

- um pedaço de cano galvanizado 3/4", de 50cm;
- uma madeira roliça de 55cm (que passe por dentro do cano galvanizado);
- um pedaço de madeira quadrada que caiba na mão;
- um galho de árvore que tenha formato de um arco;
- uma cordinha fina (mas deve ser mais grossa que um cadarço de coturno);


A idéia é a seguinte:

O cano galvanizado deverá funcionar como uma broca, para tanto teremos que fazer com que ele gire numa velocidade suficiente para conseguir fazer o bendito furo na parede.

Agora vamos amarrar a cordinha no galho de árvore formando assim o nosso arco.
A cordinha não pode ficar muito esticada nem muito solta.

- Coloque a madeira roliça dentro do cano galvanizado;
- A cordinha do arco deverá dar uma volta no cano galvanizado;
- Agora encoste a madeira roliça no ponto onde será feito o furo;
- A madeira quadrada servirá para dar apoio a madeira roliça, firmando-a contra a parede.


Observação:

O pedaço de madeira quadrada que está sendo segura pela mão esquerda, poderá ser pregada na madeira roliça para o conjunto ficar mais firme.


Agora o grande momento !!!

Para fazer com que o cano galvanizado gire feito uma broca, basta subir e descer o arco que estará na mão direita.

Quanto mais rápido for o movimento mais rotação terá a nossa broca improvisada.


Observação:

O movimento de subida e descida do arco faz com que a cordinha vá deslizando para o lado da parede. Quando acontecer, basta ajustar (traze a cordinha mais para a esquerda).

Enquanto o arco vai subindo e descendo, você pode ir cantando:

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!

Ao mesmo tempo que o arco sobe e desce, movimentado pela mão direita, deve-se fazer força para a direita (para o lado da parede), para o cano galvanizado ir avançando para dentro da parede.

O pó que cai no chão é tão pouco que cabe na concavidade da mão.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sinal de fumaça

Nos filmes de velho oeste, os produtores mostravam os americanos nativos como mestres da comunicação com sinais de fumaça. Isso pode ter rendido filmes interessantes, mas a realidade sobre a maneira como eram usados os sinais de fumaça não é tão complexa. Eles eram sistemas de mensagens simples usados para enviar transmissões básicas para longas distâncias.

Nomes Indígenas

Significado e origem dos nomes indígenas.

TÚPAC AMARU

O cacique peruano José Gabriel Condorcanqui, mais conhecido como Túpac Amaru, um descendente dos imperadores incas, liderou a maior rebelião indígena da história das Américas dos tempos coloniais. A sua insurreição contra o domínio espanhol colocou o seu nome entre os que tentaram, ao exemplo bem sucedido dos colonos norte-americanos, libertar as Américas da metrópole européia.

Tribos Indígenas do Brasil

Após 500 anos do descobrimento do Brasil, ainda existem 215 nações e 170 línguas indígenas diferentes. Muitas delas preservam a riqueza de sua cultura e arte.

Lendas

Pode-se conhecer parte da cultura de uma comunidade através da história vivida ou de suas lendas contadas de geração em geração. Algumas lendas indígenas mostram a transformação de um ser em algo que não existia na época em que vivem, assim como a interpretação de mundo, ou surgimento de elementos fundamentais que compõem a sua natureza.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A música indígena

música 1, música 2, música 3

COLONIZAÇÃO DO BRASIL

A Colonização do Brasil é o nome do processo de povoamento, exploração e dominação realizado pelos portugueses a partir do século XVI nas atuais terras brasileiras. Tem início com a chegada dos colonizadores à nova terra, habitada por numerosas nações indígenas.

HANS STADEN

Hans Staden, um alemão que fora aprisionado pelos tupinambás no litoral fluminense, em 1554, depois de ter voltado para casa, escreveu, provavelmente, um dos primeiros best-seller sobre o Novo Mundo. Sua narrativa, tantas vezes editada entre nós, não só teve agora uma bem ilustrada nova impressão, como serviu de roteiro para um filme que ora ganha cartaz no Brasil inteiro.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

DITADO INDÍGENA

a velha a fiar
(Autora do Blog: Sandra Ronchese)

fobias

A fobia não é uma doença, mas um sintoma que pode aparecer em várias doenças mentais. Um quadro psicótico, ou depressivo, ou neurótico, podem apresentar, como sintoma, uma fobia. Resumidamente, a fobia é um medo de alguma coisa deslocado para um medo de outra coisa. É uma angústia relativa a uma situação difícil de se lidar. A mente desloca a angústia dessa situação para uma outra que, aparentemente, não tem nada a ver.

Algofobia - Terror mórbido de dores.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dica de informática

1 - Alt Gr + 2 = m² (dois sobreescrito).
2 - Alt + F = localizar na página.

CANÇÃO DO TAMOIO

Canção do tamoio, de Gonçalves Dias.

I-JUCA-PIRAMA

I-Juca-Pirama, de Gonçalves Dias.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA - 7ª Edição, 1970 - Francisco da Silveira Bueno


ÃATÁ
Piroga indígena do Amazonas; canoa.

ABARÉ
Padre, sacerdote.
Nome que os índios davam aos missionários.
Do Tupi: abá (homem); ré (diferente).

ABARUNA
Padre, missionário que se veste de preto.
Tupi: abá (homem); ré (diferente); una (preto, com referência as vestes).
ABAÍBA
Literalmente quer dizer homem (ába); ruim (iba).
ABATI
Milho (Tupi). variação: abatim.
ABATIGUARA
Pertencente a tribo indígena de mesmo nome.
ABATINGA
Velho, encanecido; Tupi: abá (homem), tinga (branco).
ABORÍGENE
Oriundo do país em que vive; nativo, habitantes primitivos de uma região; indígenas.

ACARAPI
Indígena da tribo dos Acarapis, a qual habita (1970), as margens do rio Branco, no Amazonas.
O mesmo que Agarani.

ACEIRO
Terreno arroteado ou desbastado em volta das herdades, das matas e coivaras, para evitar propagação de incêndios.
ABRIL
Quarto mês do ano civil Gregoriano. Fig.) idade da inocência e da alegria; juventude. A primavera da vida.

ACHA

Pedaço de madeira tosca, para o lume; arma antiga com feitio de machado; o mesmo que acha-de-armas.

ACRIDOFAGIA
Hábito de comer gafanhotos.


ACTINOMANCIA
Arte de advinhar por meio das irradiações das estrelas.


AGROMANCIA
Advinhação pelo aspecto dos campos.


AGUARDENTE
Álcool, pinga, cachaça.


AGUERRIDO
Acostumado a guerra, corajoso.



AIJULATA
Peça de pano em que se enrolam os índios e índias; espécie de tanga.
O mesmo que ajulata e julata.

AIMARA
Índio boliviano



AIMARÁ
Túnica de algodão, entretecida de penas, usada pelos guaranis.


AIMORÉ
Indígena da tribo dos Aimorés.
O mesmo que Aimbiré e Aimboré.
AGERASIA
Qualidade e estado da pessoa que não envelhece, vigor na velhice.


ABASCANTO
Amuleto, talismã, objeto que afugenta os malefícios.


ABACAÍ
Mitologia brasílica - Génio mau que produzia a loucura.ANGATURAMA
Espírito protetor dos selvagens muras.
ANHANGÁ
Nome dado pelos indígenas ao espírito do mal; diabo.
ANHANGUERA
Diabo velho. (palavra tupi)APACHE
Indivíduo da tribo norte-americana dos Apaches, raça dos peles-vermelhas; indivíduo da ralé, ladrão, malfeitor.
ARAÃ
Voz tupi, designativo de surprêsa e saudade.
ARACATI
Nome indígena de um vento que em regiões do Nordeste sopra de nordeste para sudoeste.
ARAI
Indígena da tribo dos Arais, que habitavam os sertões situados entre o Araguaia e o Xingú.
ARAICU
Indígena da tribo aruaque dos Araicus, dos rios Juruá e Javaí.
ARAMITA
Indivíduo dos Aramitas, indígenas que habitavam o litoral da Bahia.
ARARANDEUARA
Indígena da tribo tupi dos Ararandeuaras, do rio Ararandéua, afluente do Capim.
ARATÁ
Indígena da tribo dos Aratás, dos afluentes do Xingú.
ARATÁ
Indígena da tribo dos Aratás, dos afluentes do Xingu.
ARAUCANO
Aborígene do Chile; a língua dos primitivos habitantes do Chile.

ARAXÁ
Aborígene da tribo dos Araxás, ramo dos cataguases. Topônimo mineiro, que significa lugar donde se avista o sol.

ARAXIXU
Nome índio da erva-moura.

ARAZÓIA
Fraldão de penas usado pelas mulheres indígenas.

ARÉ
Indígena da tribo Tupi-guarani dos Arés do rio Iraí, os quais a si próprio dão o nome de Xetá

ARECUNÁ
Indígena da tribo dos aracunás, do alto rio Branco, da família dos Caraíbas.

ARICOBOÉ
Indígena da tribo dos Aricoboés, de Goiás.

ARIINI
Indígenas da tribo dos Ariinis, do rio Negro, também chamados Arainis ou Airinis.

ARINÁ
Indígena da tribo dos Arinás, o Rio Negro.

ARINO ou ARINÓ
Indígena da tribo dos Arinos ou Arinós, das cabeceiras do Rio Arinos.

ARITI
Indivíduo dos Aritis, nome que dão a si mesmos os índios Parecis; dialeto da língua pareci.

ARUÃ
Indígena da tribo dos Aruãs, família Aruaque, de Marajó, Pará.

ARUANÁ
Indígena da tribo dos Aruanás, das margens do Juruá.

ARUAQUE
Ramo indígena do Brasil setentrional; família lingüística que abrange numerosas tribos da região amazônica.

ARUCUIANA
Indígena da tribo dos Arucuianas, dos limites do Brasil com a Guiana Inglêsa.ATAMANCUM
Indígena da tribo dos Atamancuns, o qual habita as margens superiores do rio Javari.
ATORAÍ
Indígena da tribo aruaque dos Atoraís, da Guiana.

AUAINAMARI
Indígena da tribo dos Auainamaris, doa Alto Purus.
AUETÉ
Indígena da tribo tupi dos Auetés, das cabeceiras do Xingu.
AUITI (u-i)
Indígena da tribo dos auitis, do Xingu.AUTÓCTONE
Aborígene; indígena habitante primitivo de uma terra e descendente das raças que sempre ali habitaram.
AVATAR
Nome dado na Índia às encarnações de um Deus, sobretudo às de Vixnu; transformação; metamorfose.
AZUMARA
Indígena da tribo caraíba dos Azumaras, da bacia do rio Branco, Brasil.
BACUÇU
Canoa de um pau só, aumentada por uma borda falsa.
BAIBIRI
Indígena da tribo dos Baibiris, do rio Juruá, Amazonas.
BAIBURUÁ
Indígena da tribo dos Baiburuás, do rio Juruá, Amazonas.



BOITATÁ
Nome popular do fogo fátuo; gênio que protege os campos contra os que os incendeiam; cobra-de-fogo.

BOIÚNA
Mito indígena do Amazonas, a Senhora da água; cobra grande; cobra preta.

BORÉ
Espécie de trobeta dos índios.
BORORÉ
Veneno com que os índios do Brasil empeçonhavam as flechas.
BORORO
Indígena da tribo dos bororos, de M. Grosso.
BOTOCUDO
Indígena da tribo dos botocudos de M. Gerais, E. Santo e Bahia (Aimorés).
BOTOQUE
Rodela grande que os Botocudos usam introduzida nos furos artificiais dos lóbulos da orelha e do lábio inferior. Distingue-se do tembetá pela forma e pelo tamanho. Variação: batoque.
BRIZOMANCIA
Arte de advinhar pelos sonhos. O mesmo que aniromancia.BUENA-DICHA
MUlher qu lê a sorte ou prediz o futuro; cigana (Hispanismo).
BUGIO
Espécie de macaco do gênero Alonatta; mono.
BUGRADA
Malta de índios ou bugres.
BUGRE
Silvícola, índio.
BUGRISMO
Ascendência índia.
BUJAMÉ
Instrumento de sopro, usado por indígenas de Angola; filho de mulato e negra; mestiço; moleque de cozinha; diz-se de certa pelugem escura do gado bovino.
CAÁ
Designação genérica dos vegetais; erva-mate, cujas folhas são usadas como chá (Ilex paraguayensis); chá ou infusão de congonha.
CAAPORA
Nome dado pelos índios ao homem do mato, ao roceiro. (V. Caipira.) O mesmo que caipora, sem sorte, infeliz, azarento.
CABAZ
Cesto de vime ou de junco ou de taquara (sin. cesto, cesta, samburá).
CABIÚNA
Madeira de lei, de cor preta; do tupi: caab (árvore) e una (preta).
CAIAPÓ
Bailado popular do antigo São Paulo, em que as dançarinos mascarados se vestiam de palha, imitando as danças dos indígenas caiapós. Indígena dos caiapós. Os caiapós do sul dominavam os sertões situados entre as cabeceiras do Araguaia e a bacia superior do Paraná, e os Caiapós do norte vivem (1970) na região entre o Araguaia e o Xingu, ao norte do Rio Tapirapé.
CAIÇARA
Espécie de cerca feita de varas ou ramos; estacada que, nas tabas dos indígenas, circundava a povoação; galhos de árvores postos dentro d´água para atrair o peixe; curral; galhadas de árvores abatidas no corte de madeira, à margem de um igarapé navegável para embarque de gado; cerca tosca de troncos e galhos, em torno de uma roça, para impedir a entrada do gado; recesso onde se embosca o caçador; s.m. caipira de beira-mar, em São Paulo.
CAIGANGUE
Indígena que habitava o sul desde S. Paulo.

CAIPORA
Ente fabuloso da mitologia dos nossos indígenas; habitante das matas; azar, má sorte, infelicidade; pessoa que dá azar; mau-olhado.

CAIPORISMO
Estado de quem é caipora; azar; má sorte. O mesmo que caporice; urucubaca.

CAÍQUE
Pequena embarcação de pesca, costeira.

CAMOTIM
Grande pote de barro onde algumas tribos indígenas metiam cadáveres, para os enterrar.

CANGUÇU
Onça pintada.

CANIBAL
Selvagem que come carne humana; indígena das Antilhas, feroz, antropófago.

CANIÇO
Cana delgada, vara de pescar; pessoa alta e magra.

CANINANA
Cobra não venenosa; pessoa zangadiça, irritável.

CANOA
Pequena embarcação; igara; ubá; piroga; barco pequeno; grupo policial para prender malfeitores.

CÃO-TINHOSO
O diabo, demônio, coisa ruim.

CAPETA
Diabo; traquinas; irrequieto.

CARAÍBA
Indígena dos Caraíbas, grande família lingüistica à qual pertencem muitas tribos do Brasil; denominação que os índios davam aos europeus. Pronúncia: ca-ra-í-ba; é errado dizer ca-rái-ba.

CARAJÁ
Bugio; macaco; indígena.

CARAMURU
Moréia, enguia. Apelido que os Tupinambás da Bahia puseram em Diogo Álvares Correia.

CARIBOCA
Mestiço de sangue europeu e de índio; carijó.

CARIJÓ
Diz-se do galo ou galinha de penas salpicadas de branco e preto; o mesmo que cariboca; espécie de cipó; Antiga denominação dos Guaranis que ocupavam a região situada entre a lagoa dos Patos e Cananéia; referente aos carijós.

CARUANA
Demônio ou gênio ben-fazejo serviçal que os pajés atraem ou invocam para curar um doente, fumando e cantando uma toada monótona.

CATAGUÁ
Aborígene da tribo de índios corcados da região central do Brasil.

CATU
Elemento tupi-guarani que tem o sentido de bom e entra como afixo em várias palavras de origem brasílica: Nheengatu, língua boa.

CAUIM (au-im)
Espécie de bebida preparada com a mandioca cozida e fermentada. Originariamente era preparada pelos índios com caju e numerosas outras frutas, como também com milho e mandioca mastigados. O vaso que continha o cauim chamava-se cauaba.

COARACI
Vocábulo tupi-guarani, que significa o sol.

COLOMI ou COLOMIM
Rapaz, menino, criado. O mesmo que corumim e curumim.

CORUMIM
Rapazinho, menino, criado. (Palavra tupi que apresenta as variantes: colomi, colomim e curumim).

COTOXÓ
Índio da extinta tribo dos Cotoxós
CUNHÃ
Mulher,em tupi-guarani.

CUNHANTÃ ou CUNHANTAIM (a-im)
Menina-moça,em tupi-guarani.

CURARE
Veneno extraído da casca de um cipó, e empregado por algumas tribos indígenas na ervagem de suas flechas. É solúvel na água, de côr vermelho-escuro e aspecto resinoso. O mesmo que ervadura, ervagem, ticuna, uirari, vooara. (Modernamente empregado em medicina para obter relaxamento muscular).

CURUPIRA
Ente fantástico,que, segundo a superstição popular, habita as matas e é um tapuio com os pés as avessas, isto, com calcanhar para diante e dedos para trás. Variação: currupira.

CURURU
Em tupi quer dizer sapo. Donde dizer sapo cururu é pleonasmo: sapo-sapo. Nome de uma dança indígenas que imita saltos dos sapos.

DARDO
Pequena lança; pau terminado em lança de ferro e que se atira com a mão; flecha, seta, pique, ferrão; brilho, cintilação; ironia; mordacidade.





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Atualizado em 30/11/2012